Reportagem sobre paz. As aventuras do jornalismo na guerra Por Marco Aurélio Silva
Na década de 1960, um novo estilo instaurou-se no jornalismo impresso. O Novo Jornalismo foi buscar, na literatura realista do século XIX, elementos para a construção narrativa, resultando numa forma mais agradável de se informar o mundo sobre vários assuntos. Tal trabalho pode ser encontrado no que convencionou-se chamar de romance-reportagem com destaque para Os eleitos , de Tom Wolfe, e A sangue frio , de Truman Capote.
O Novo Jornalismo também foi aplicado nas revistas que dedicavam suas páginas, mensais ou semanais, à Grande Reportagem. No Brasil, tal estilo marcou a revista Realidade, famosa por pouco mais de uma década. Nela, eram publicadas reportagens de natureza variada, a maioria por repórteres brasileiros. Porém, entre eles, cabe destaque a uma italiana que presenciou de perto algumas guerras.
Oriana Falacci, mestre de um texto primoroso, fez a cobertura de guerras como a do Vietnã e a de Israel. Num estilo todo seu, mas bem com a cara do Novo Jornalismo, posicionava-se na reportagem como narrador-testemunha, com alguns trechos em primeira pessoa. Para ver tais acontecimentos de perto, Oriana foi para a frente de guerra, andou por cidades em ruínas, entrevistou guerrilheiros, sempre correndo risco de vida.
Repórteres com o mesmo espírito de Oriana Falacci podem ser encontrados em vários filmes de guerra. Como Salvador, o martírio de um povo (1986, EUA), Sob fogo cerrado (1983, EUA) e Os gritos do silêncio (1984, Inglaterra). Todos trazem a saga de repórteres empenhados em mostrar ao mundo as atrocidades inúteis de uma guerra. Assim como Oriana, tais repórteres não mediram esforços para realizar tarefas de risco pra obter a informação.
A aventura de Oriana Falacci
"Estar vivia num inferno como este é uma aventura que pode acabar a qualquer momento", foi o que definiu Oriana Fallaci, na reportagem "A paz está assim", publicada na Realidade de agosto de 1968. Em Saigon, Vietnã do Sul, a repórter relatava o clima da cidade, enquanto uns achavam que a guerra havia acabado e os norte-americanos discutiam com os norte-vietnamitas, em Paris, alternativa para um fim definitivo.
A repórter andou pelas ruas e viu uma cidade em ruínas. A população adoecia devido ao mau cheiro dos cadáveres espalhados nas ruas. A reportagem alterna os momentos em que Oriana é observadora dos acontecimentos e aqueles em que ela relata a versão oficial deles. O texto escrito, em um apurado gênero literário, tem vários pontos bem realistas como em um dos momentos em que Oriana dá água a um vetcong.
Como observadora dos fatos, não dá sua opinião de forma explícita e sem fundamento. Sua posição em relação à guerra fica marcada nas associações que faz no seu texto: características bem marcantes no novo jornalismo. Seu relato talvez tenha sido tão fiel pelo fato de ser italiana, não tendo, portanto, nenhum vínculo com os envolvidos na guerra.
O mesmo acontece na reportagem "Uma noite com os inimigos de Israel", publicada na Realidade de abril de 1970. Oriana relata uma visita que fez aos guerrilheiros que se preparavam para lutar contra os inimigos judeus. Até o acampamanto, viajou com dois palestinos, correndo variados riscos. O seu medo não foi suficiente para impedi-la de entrevistá-los.
Assim como no Vietnã, o local onde Oriana se encontrava poderia ser atingido por bombardeios aéreos a qualquer momento. Sua garra para buscar fato foi superior. Mesmo tendo visto em Saigon repórteres morrerem com o mesmo intuito dela. Os acontecimentos relatados por Oriana nas duas reportagens são mais do que suficientes para dois ótimos roteiros cinematográficos.
Os loucos que viraram filme
Comparar a ficção com a realidade torna-se mais fácil quando tem-se, como exemplo de realidade, o trabalho de Oriana Falacci. Sua narrativa por vezes é tão realista que temos a impressão de estar presenciando seu trabalho, tendo-a como personagem da história que escreve.
No cinema, o trabalho de Oriana pode ser comparado com inúmeros personagens. Um dos mais marcantes é o jornalista Richard Boyle, vivido por James Woods, em Salvador, o martírio de um povo . Boyle viveu todos os riscos possíveis, foi preso, batalhou para poder mostrar ao mundo as verdades sobre uma guerra. Para tanto, esteve debaixo de artilharia pesada para documentar tais atrocidades, através da fotografia.
Da mesma maneira, Nick Nolte interpretou Russel Price, o fotógrafo de Sob fogo cerrado . Price não mediu esforços, assim como Boyle. Chegou a ser perseguido pelo exército somozista por Ter fotografado o assassinato do seu amigo vivido por Gene Hackman. Essa seqüência é baseada na história real e culminou com a fuga de Anastasio Somoza, da Nicarágua.
Esse espírito aventureiro também fazia parte da personalidade de Sidney Schanberg, repórter do The New York Times , interpretado por Sam Waterson, no filme Gritos do Silêncio . Schanberg correu riscos ainda maiores para fazer a cobertura da Guerra do Camboja. Conviveu lado a lado com a artilharia pesada, também foi preso por soldados dos dois lados em conflito, não medindo esforços para ver de perto uma guerra sem sentido, onde inocentes estavam morrendo.
Os três repórteres viveram situações ainda mais semelhantes. Como em toda guerra absurda, erros irremediáveis eram cometidos por aqueles que a opinião pública achava que eram os 'mocinhos'. Tais informações precisaram ser batalhadas para serem divulgadas. Porém, acima do senso de aventura também estava o senso de justiça, fazendo prevalecer a obtenção da informação a qualquer custo.
Assim no cinema como na vida real
É com certeza esse espírito de aventura aliado com o senso de justiça que deixaram esses repórteres, para sempre, na história do jornalismo. São remanescentes de um tempo em que os jornais ainda liberavam dinheiro para tais coberturas. Naquela época, também, os principais meios de comunicação não estavam escondidos atrás de câmeras de TV. O espírito aventureiro de mostrar ao mundo o que 'realmente' está acontecendo, há muito se preserva no cinema e nos meios que não existem mais.
Contudo, para aqueles que ainda acreditam no sonho, toma-se como consolo o motivo econômico para a escassez de tais aventureiros. Essas figuras talvez voltem à cena quando - não impedidos pela censura - os jornalistas de modo geral tiverem consciência de seu papel na sociedade, enquanto defensores da verdade. Para estes ficam as palavras de Oriana Falacci: "Decido vir procurá-los (os guerrilheiros de Israel) porque não acredito na guerra, não admito que homens matem outros homens, nem mesmo motivados pelo mais sagrado dos direitos, pelo mais pobre dos sonhos."
- Postado por: Autismo, Piromania & Psicótico às 07h57
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crônica
Como não falar de paz? (Maria Clara Lucchetti Bingemer*)
Adital - - Brasil - Diante do papel em branco, penso e rezo. Deveria talvez abordar outro assunto, pois este já está saturado de várias e bem escritas reflexões, feitas pelas mais competentes pessoas? Deveria talvez evitar fazer esta crônica sobre a violência que assola nosso país e nossa cidade? Penso, rezo e decido. Não posso deixar de, uma vez mais, colocar os leitores diante deste tema tão incômodo quanto sério. A morte de Tim Lopes foi como a gota d´água que fez transbordar os já tão machucados corações e mentes do povo carioca e brasileiro. E, desde então, o medo, o pavor, a indignação jorram em torrentes pelas notícias de jornal, pelas crônicas sobre a longa cadeia de mortes e violências perpetradas no silêncio da impunidade e do mortífero poder paralelo que se instalou em nossa cidade.
Porém, como escrevo rezando ao mesmo tempo em que penso, não posso falar da violência e da morte a não ser da perspectiva que é a minha: a da fé e da teologia cristãs. Talvez no ensinamento contra a violência e, mais ainda, na prática da não-violência e na exaltação da paz ninguém na história da humanidade tenha ido tão longe quanto Jesus de Nazaré. São bem conhecidas suas estarrecedoras palavras no Sermão da Montanha, carta magna de seu ensinamento. Há mais de dois milênios estas palavras "Ama ao teu inimigo e reza pelo que te persegue"; "Se alguém te bate numa face, oferece a outra", - são encaradas com ceticismo por muitos, que as consideram impossíveis de serem vividas, ao mesmo tempo em que interpelam a consciência dos cristãos que humildemente confessam não vivê-las como deveriam.
Por outro lado, o Cristianismo não só dá aos seguidores de Jesus Cristo estas orientações, como também declara felizes, bem-aventurados, os que as praticarem. Segundo Jesus, quem é feliz é o manso, o pacífico, o humilde, o perseguido. Não o poderoso, não o arrogante, não o tirano. E por isso, porque é feliz de uma felicidade que ultrapassa toda medida, pode viver na contramão dos comportamentos considerados normais. Ou seja, pode amar os inimigos, rezar pelos perseguidores, oferecer a outra face quando agredido.
Para aqueles que cremos que a proposta de Jesus Cristo é uma boa notícia de libertação, somos obrigados igualmente a afirmar que esta não pode, intrínseca e constitucionalmente, ser impraticável. Na verdade, o que a pedagogia e a prática de Jesus - homem de seu tempo e de sua cultura - pretendem é mostrar que quando se trata de amar, nunca se terá feito o bastante. Por isso, exorta aqueles e aquelas que o seguem a levar a mansidão até o ponto de oferecerem a outra face, deixar-se despojar de tudo, perdoar sempre e a todo momento.
Poderíamos argumentar, porém, que a proposta do Cristianismo não parece nos trazer uma solução direta para o imenso problema que hoje vivemos. Dá, sim, uma certa direção, mas não cobre todo o campo da problemática. Não trata de questões como a legítima defesa, ou o dever de sustentar as necessidades ou a vida de seus semelhantes. Não deveria, neste caso, ser uma exigência do mesmo amor proposto por Jesus opor-se à injustiça, eventualmente mesmo pela força?
O que nos parece claro, porém, é que, neste momento de luto generalizado em que nos encontramos, buscamos ansiosamente ainda que seja um fio luminoso de esperança. E a proposta do Cristianismo deseja apenas contribuir a isso. O que se depreende, então, dos ensinamentos de Jesus é que num mundo atravessado pela violência, o amor não pode usar as mesmas armas: reagir, agredir, matar. Pois, se o faz, se desmente a si mesmo como amor. Os fatos, aliás, vêm mostrando sobejamente que a violência não traz remédio à violência. Só faz aumentá-la e torná-la mais terrível.
Diante, pois, da violência que parece não descansar em seu trabalho predatório da vida, o amor só pode tomar sobre si essa mesma violência e pagar o preço de transfigurá-la em perdão, em reconciliação, em construtivas propostas que possam ir instaurando, provisória e humildemente, dinâmicas de paz. E assim fazer, desejando e esperando resgatar carrascos e vítimas, amigos e inimigos. Pois uma paz que não inclua a todos e não enxergue que a raiz mais profunda da violência está na injustiça estrutural sobre a qual se apóia o mundo em que vivemos será uma paz superficial, frágil e de curta duração.
- Postado por: Autismo, Piromania & Psicótico às 11h55
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Campanha comunitária:
Monte campanhas de desarmamento-parte IV
Estratégias de divulgação
Uma campanha de desarmamento bem sucedida depende de uma boa divulgação. Mais do que informação das datas do recolhimento, a divulgação deve explicar procedimentos da entrega e também servir de instrumento de conscientização e de fomento ao debate. A seguir estão listadas algumas estratégias de divulgação. Veja as que mais se aproximam da sua realidade e envolva sua comunidade na campanha.
Escolha da mídia
A escolha dos tipos de mídia dependerá dos veículos de imprensa disponíveis em sua área de abrangência. Faça um rápido levantamento dos veículos existentes: jornal comunitário, jornais de média e grande circulação, rádio comunitária, rádio comercial, emissoras de TV, outdoors, revistas, internet, cartazes e panfletos.
Informe à imprensa (press release)
Press release é o meio pelo qual a informação ou notícia chega até os veículos de comunicação. O segredo do informe é a objetividade. Escreva um texto curto com todas as informações fundamentais (horário, data e local do recolhimento; quem está organizando, quais são os apoiadores, o responsável pela área de comunicação e telefone para contato). Ligue com antecedência para descobrir o responsável pela pauta do veículo de imprensa. Mande o press release por Fax ou e-mail (quando disponíveis) e ligue novamente para tirar dúvidas do “pauteiro”.
Importância dos meios locais de divulgação
Dê prioridade aos veículos de imprensa locais. Numa pequena comunidade a divulgação através do jornal local e da rádio comunitária podem ser mais eficientes do que uma pequena nota em jornal de circulação nacional. Faça um encontro com representantes da mídia local e peça sugestões. Lembre-se: ajuda profissional sempre é muito bem-vinda.
Orientação à população
A Lei 9437/97 proibiu o transporte de armas pela população, por isso é preciso que a população seja alertada sobre uma autorização especial ou qualquer outro meio acordado com a Secretaria de Segurança para a entrega da arma durante a campanha.
Oriente a população para que a arma seja transportada em embalagens que disfarcem o conteúdo, como uma caixa de sapatos. A arma deve estar descarregada e a munição, se houver, deve ser acondicionada em separado.
Curiosidade: durante a realização da campanha sou da paz em 97 um senhor foi detido pela polícia enquanto se dirigia da zona leste de São Paulo para o Centro portando uma arma. Mediante a alegação de que estava a caminho da sede da OAB para entregar a arma e seguindo a orientação do comando da polícia que já estava avisada da campanha, os policiais o levaram até o local da entrega. Após a confirmação da doação da arma, o policiais ainda ofereceram uma carona para o homem.
- Postado por: Autismo, Piromania & Psicótico às 11h48
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Aí está o nosso trabalho final de redação. Fizemos uma música, um rap sobre a paz e a guerra no mundo...Esperamos que todos gostem ^-^v
World Peace?
Estamos perdidos na escuridão Não sei como aconteceu Não sei se a saída Não É difícil de entender O que está na nossa volta O mundo em guerra A população revolta
Crianças nas ruas chorando Pessoas sem motivos se matando Aquela luz no fim do túnel Não é a salvação O que eu vi não acredito É um disparo Um tiro na minha direção
Uma ferida aberta O sangue escorre O mundo está doente E ninguém quer perceber A batalha que consiste todo dia Para sobreviver
Não somos humanos Somos soldados em uma guerra sem fim Sua intolerância Mas nada deveria ser assim O fim a inoscência
(Refrão)
O que vemos a nossa volta? Ninguém se ajuda Ninguém se importa
Tudo está errado O medo é a minha escolta Onde está a paz Que ninguém conhece? Para você tanto faz Mas essa é a minha prece
Onde está a paz Onde está a esperança Ninguem faz Desespero que nos cansa
Tudo é questão de consciência A paz que ainda nao veio Peço um pouco mais de paciência Vejo refletido no espelho A imagem daquilo que não creio
Tudo que faço Não há resultado Não quero deixar de pensar Que um dia tudo irá mudar A guerra irá terminar
Nesse mundo a paz voltará a reinar Quando a amizade prevalecer O inferno irá acabar Queremos outra vez, com a paz viver
(Refrão)
- Postado por: Autismo, Piromania & Psicótico às 13h52
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poema sobre paz
GUERRE, paix, guerre, paix, guerre, PAIX. Quand ferons-NOUS, ensemble, le bon choix? Ecole secondaire publique de La Salle Ottawa, Ontario, Canada Guerra, paz, guerra, paz, guerra, paz. Quando faremos a boa escolha?
- Postado por: Autismo, Piromania & Psicótico às 11h03
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Notícia sobre paz
CF 2005 Ecumênica discute a paz para todos os povos Trabalhando em conjunto, Igrejas cristãs buscam alternativas para promoção da cultura da paz. Uma das primeiras ações concretas será a realização da Caminhada pela Paz que acontece no dia 19 de fevereiro
Com o tema "Solidariedade e Paz" e lema "Felizes os que promovem a Paz”, a Campanha da Fraternidade 2005 está sendo realizada pelo CONIC (Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil). Como acontece todos os anos, a abertura será feita em todas as paróquias no início da Quaresma, quarta-feira de Cinzas (09). “Toda campanha é sempre fraterna e este ano, pelo fato de ser ecumênica e realizada pelas igrejas do CONIC, une ainda mais forças a fim de que haja menos violência e assim possamos construir uma sociedade com mais paz e tranqüilidade,” afirma dom Moacyr José Vitti, arcebispo metropolitano. Segundo ele, a Caminhada Ecumênica pela Paz, que será realizada no sábado, dia 19 de fevereiro, às 16h, é uma ação que tem por objetivo chamar a atenção da sociedade a respeito do grande desafio que é hoje a superação da violência. “Espero que as comunidades de todas as igrejas e também outros membros da sociedade aceitem o convite de participar desta manifestação, para que assim possamos obter os verdadeiros frutos da Campanha da Fraternidade,” diz. A Caminhada sai da praça Tiradentes com destino ao Centro Cívico, aonde haverá uma celebração ecumênica. A Igreja Católica, que há mais de quarenta anos desenvolve esta ação, ofereceu a campanha, como já havia feito no ano 2000, para que fosse novamente organizada e promovida com igual responsabilidade pelas igrejas associadas ao CONIC. A parceria ecumênica demonstra uma fraternidade bem concreta. Por meio do trabalho conjunto, as igrejas envolvidas testemunham o desejo de ser sinal de paz e de reconciliação. Dando o exemplo, ganham força moral para pedir a toda sociedade que se una na busca do bem comum e da verdadeira paz. “Este é um momento de alegria e de esperança de que esta união das igrejas demonstre que é preciso superarmos as diferenças para buscar a paz,” comenta o reverendo Jerson Darif, coordenador do CONIC, em Curitiba. De acordo com ele, a expectativa é reunir cerca de 2 mil pessoas, entre fiéis das igrejas irmãs e representantes de organismos e instituições que trabalham com a prevenção da violência. Objetivos - Unir Igrejas cristãs e pessoas de boa vontade na superação da violência, promovendo a solidariedade e a construção da paz por meio de uma postura solidária é o objetivo geral da CF 2005. Como objetivos específicos destacam-se: colocar no centro da vida e do testemunho da Igreja a preocupação e o esforço de superar a violência e de promover a solidariedade e a paz; alertar sobre o mau uso da identidade religiosa e étnica e lembrar o compromisso das religiões para com a paz; desafiar as Igrejas a superar o espírito, a lógica e a prática da violência, tanto direta quanto estrutural, e a se opor a qualquer forma de violência, exclusão e intolerância; promover ações públicas para reformar e aperfeiçoar a legislação e as instituições responsáveis pela segurança pública, tendo em vista o respeito aos direitos humanos e sua inviolabilidade; e colocar-se ao lado dos desfavorecidos e contribuir para soluções não violentas dos conflitos sociais, entre outros. Ações - As diferentes ações solidárias sugeridas pela CF, comportam três níveis de atuação. Pessoal (conversão pessoal que cada um é chamado a vivenciar para ser construtivo e seguidor de Jesus), Comunitário (a CF convida a comunidade a rever ações, objetivos, modos de agir e atividades para ser mais eficiente na promoção da paz) e Social (as Igrejas exercem importante função transformadora). Entre as ações específicas destacam-se a organização de grupos ecumênicos de vivência cristã, fórum pela paz, devolução de armas de fogo, participação em conselhos para a defesa de direitos e controle social das políticas públicas e promoção de uma justiça conciliadora, preventiva e restaurativa. A Campanha da Fraternidade surgiu durante o desenvolvimento do Concílio Vaticano II. A primeira das Conferências Gerais do Episcopado Latino-americano, após o período conciliar, em Medellín (1968), foi convocada para a implementação do Concílio, no Continente. A reflexão sobre a realidade latino-americana levou a Igreja a enfrentar o desafio da pobreza e da urgente presença transformadora nas estruturas sociais. A Conferência de Puebla, dez anos depois, acentuou ainda mais a dimensão social da fé e da vivência cristã, a fim de superar a situação de marginalização, opressão e exclusão em que vive a maioria do povo, criando-se um clima de comunhão e participação. Os temas da CF, inicialmente, contemplaram mais a vida interna da Igreja. A consciência sempre maior da realidade sócio-econômico-política, marcada pela injustiça, pela exclusão e por índices sempre mais altos de miséria, fez escolher como temas da Campanha aspectos bem determinados desta realidade em que a fraternidade está ferida e cujo restabelecimento é compromisso urgente de fé. A partir do início dos encontros nacionais sobre CF, em 1971, a escolha de seus temas vem tendo sempre mais ampla participação dos 16 regionais da CNBB que recolhem sugestões das Dioceses e estas das paróquias e comunidades. Alguns pontos de referência na escolha dos temas são: Aspectos da vida da Igreja e da sociedade; desafios sociais, econômicos, políticos, culturais e religiosos da realidade brasileira; as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil e documentos do Magistério da Igreja Universal; e a Palavra de Deus e as exigências da Quaresma. Publicado em 08/02/2005 - 10:01
- Postado por: Autismo, Piromania & Psicótico às 11h02
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Música sobre paz
Creed - Inside Us All When I'm all alone And no one else is there Waiting by the phone To remind me I'm still here When shadows paint the scenes Where spotlights use to fall And I'm left wondering Is it really worth it all? There's a peace inside us all Let it be your friend It will help you carry on In the end There's a peace inside us all Life can hold you down When you're not looking out Can't you hear the sounds Hearts beating out loud Although the names change Inside we're all the same Why can't we tear down the walls, And show the scars we're covering? There's a peace inside us all Let it be your friend It will help you carry on In the end There's a peace inside us all
There's a peace Oh, there's a peace inside us all Let it be Oh I said let it be your friend Oh, can't it be your friend? Creed - Inside Us All (tradução) Quando estou bem sozinho E sem ninguem por perto Espero pelo telefone Para me lembrar Que ainda estou aqui Quando as sombras pintam as cenas Onde os refletores costumam cair E me deixo admirar Isto realmente vale para todos?
Existe paz dentro de todos nós Deixa ser tua amiga Isto ajudará você a seguir até o fim Existe paz dentro de todos nós
A vida pode te jogar la pra baixo Se você não estiver melhorando Você pode escutar este som? Coração batendo bem forte Embora os nomes tenham mudado No fundo nós somos todos iguais Por que não podemos derrubar essas paredes? Para mostrar as cicatrizes que estamos cobrindo
Existe paz dentro de todos nós Deixa ser tua amiga Isto ajudará você a seguir até o fim Existe paz dentro de todos nós
Existe paz Existe paz dentro de todos nós Existe paz Deixa ser Deixa ser tua amiga Existe paz dentro de todos nós Deixa ser tua amiga Isto ajudará você a seguir até o fim Existe paz dentro de todos nós Existe paz dentro de todos nós Dentro de todos nós
Existe paz Existe paz Existe paz dentro de todos nós Existe paz Existe paz Existe paz Deixa ser tua amiga Existe paz Existe paz...
- Postado por: Autismo, Piromania & Psicótico às 10h56
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História em quadrinhos sobre paz 8D
- Postado por: Autismo, Piromania & Psicótico às 10h52
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ENTREVISTA PARTE II XD~ MAURÍCIO: Mahatima Gandhi dizia que a pobreza é a pior violência. Concordo com ele, acrescentando: a pobreza é a pior violência e os responsáveis por ela, os dententores do poderio econômico e político, os maiores criminosos do planeta, por instituírem e reproduzirem articuladamente este crime, por causa do egoísmo descomedido. EVIRT: Que País ou Países têm administrado bem esta questão? MAURÍCIO: Como disse o Dr. Samael "Os seres humanos sempre estiveram entre dois monstros: de um lado, o capitalismo e do outro, o socialismo". Devido à hipertrofiação do ego, os países que tentam administrar bem esta questão o fazem ao custo de sacrifício de outros países, retirando de outras nações mais pobres aquilo que precisam. EVIRT: E o Projeto sobre a proibição de venda de armas? MAURÍCIO: Serve para o momento. É uma maneira paliativa de combater a violência no efeito, para quem não consegue combatê-la na causa, com educação de transformação do ente humano, para reconquista dos valores éticos de solidificação de um povo, de uma nação, por meio de cultura de construção da paz. O melhor e mais seguro seria um Projeto de destruição das armas internas, de estados psicológicos inumanos, que conduzem o doente da alma à compra de uma arma. O armamento de um homem, de um povo, de uma nação, é proporcional ao seu medo e ignorância. EVIRT: Até que ponto brinquedos no estilo de arma, Videogames agressivos e filmes violentos incentivam a pratica da violência? MAURÍCIO: Criam representações psíquicas ou efígies mentais nos seus usuários, inculcando-lhes estados psicológicos equivocados de indução às ações de violência. EVIRT: Que contribuição o VIVAVIDA COM PAZ pode trazer aos nossos Jovens? MAURÍCIO: Pode levá-los à compreensão do estado caótico que estamos vivendo, devido ao beco-sem-saída que a violência nos deixa. E daí, apontar-lhe o caminho para liberdade, através da construção da ponte para paz, por meio da Psicologia Revolucionária do Dr. Samael. EVIRT: Se o VIVAVIDA tivesse que ser representado por uma personalidade da história mundial, quem seria? MAURÍCIO: Joaquim Henrique Amórtegui Valbuena, VM. Rabolú. EVIRT: No seu novo Livro, Violência, o Desafio da Paz, o senhor intensifica sua cruzada em prol da Paz, desta vez saindo do foco das escolas e indo ao âmago da violência mundial. Qual das duas situações é mais complexa? MAURÍCIO: A violência nas escolas é mais complexa. Porque a violência mundial só poderia ser equacionada através de uma educação que formasse uma sociedade mais justa, mais igualitária, edificada sobre os valores éticos, valores de empatia, de altruísmo, etc. EVIRT: O que deve fazer quem quiser participar do VIVIVIDA? MAURÍCIO: Trabalhar intensivamente sobre si mesmo para eliminar o ego causador da violência; fazer germinar a semente da paz e gratuitamente trabalhar para que nossos semelhantes encontrem a paz. Entrar em contato com o VIVAVIDA. Há em meu livro, VIOLÊNCIA, O DESAFIO DA PAZ, uma relação bibliográfica e um projeto de como trabalhar pela paz. EVIRT: Que mensagem o Senhor deixaria aos nossos Leitores? MAURÍCIO: Vivemos num universo de causa e efeito, onde todos nós somos ao mesmo tempo co-autores e vítimas da violência; se não combatermos as causas desta, a ocorrência dos efeitos se constituirá num dado certo e as conseqüências serão nefastas. Somente com a participação ativa de cada um de nós, articulada na mobilização da Sociedade para o combate às causas da violência, é que podemos construir a Paz. O Movimento de Solidariedade da Internet "VIVAVIDA COM PAZ" convida-o(a) a participar da campanha mundial: Violência, Não!
- Postado por: Autismo, Piromania & Psicótico às 10h48
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ENTREVISTA SOBRE PAZ XD~ parte I Nelcides Raymundo Entrevista MAURÍCIO DA SILVA Professor, Escritor e Coordenador do Projeto Vivavida Com Paz. Violências nas Escolas Aos 49 anos, casado, pai de 2 filhos, Maurício da Silva é um bem sucedido professor de Matemática, Física e Ciências. Já lecionou em várias escolas e cursos conhecidos em São Paulo. Este mineiro radicado em Santos poderia estar simplesmente desfrutando os benefícios do seu trabalho. Entretanto, descobriu que tinha algo muito mais importante a fazer. Reuniu seus conhecimentos, observações e experiências principalmente em relação aos jovens, com quem tem tido contato diário ao longo dos seus 22 anos de magistério e transformou em livros. Inicialmente, lançou aqui pela EVIRT "Violência nas Escolas, Caos na Sociedade", onde aborda um tema que tem ocupado os nossos noticiários;agora lança sua segunda Obra: Violência, o Desafio da Paz!
Defensor entusiástico da Pedagogia revolucionária do Fundador da Gnosis Contemporânea, Samael Aun Weor, (1917-1977) - quem coloca numa relação de mestres da humanidade ao lado de Jesus Cristo, Buda e Mahatma Gandi, entre outros, concomitante com o seu trabalho literário criou o Projeto VIVAVIDA COM PAZ – Um Movimento de Solidariedade, através do qual propõe um Projeto Mundial de Combate à Violência Generalizada. E é justamente sobre este Movimento e suas pretensões que fizemos questão de ouvi-lo.
EVIRT: Professor Maurício, como e quando surgiu a idéia do VIVAVIDA COM PAZ? MAURÍCIO: A idéia surgiu em maio, após conhecer a EVIRT, ler um artigo no jornal A Tribuna de Santos acerca de um movimento daqui, de mães que tiveram seu filhos vitimados pela violência, denominado VIDAVIVA e do ideal de trabalhar integradamente na tarefa de construção da paz. EVIRT: Qual é a pretensão deste Movimento? MAURÍCIO: Aglutinar pessoas e instituições afins, que possuam o desejo de construir a paz através do combate às causas da violência. Trabalhar gratuitamente em prol da melhoria de qualidade da massa humana, elevando o nível de consciência, de compreensão, de solidariedade entre os seres humanos; lutar para resgatar os valores éticos, morais e espirituais perdidos e divulgar a Psicologia Revolucionária do VM. Samael. EVIRT: A Paz Mundial é um sonho que pode ser tornar realidade ou será sempre vista pela ótica da utopia? MAURÍCIO: A paz sempre será um sonho utópico para quem não dissolver dentro de si mesmo os germes da violência contidos no ego. A paz é um estado de espirito produzido pela ausência de atuação dos "eus". A paz é algo a ser construído dentro de cada um de nós através dos três fatores de revolução da consciência. Ela não surge do nada, casualmente, como supõem. Portanto, a paz mundial seria realidade se cada um de nós se transformasse internamente. Porque a massa social é soma dos indivíduos e cada indivíduo é o reflexo da massa. EVIRT: No livro Violências nas Escolas, Caos na Sociedade, o Senhor se refere ao Lar como a base da Paz. Na sua opinião, quem tem falhado? A Família, as Autoridades ou a Sociedade? MAURÍCIO: Dialeticamente, a família é a base de sustentação da sociedade, de onde emergem as autoridades e ambas se sustentam na educação e se realimentam reciprocamente. A falha é do sistema educacional, que não tem tido, ao longo da história da humanidade, condição de transformar o educando, por não possuir um currículo fundamentado nos fatores de revolução da consciência. Daí a família se desfez, as autoridades se corromperam e a sociedade está em franca decomposição. EVIRT: Quais são os passos iniciais rumo à sonhada Paz mundial? MAURÍCIO: Tomar consciência do estado caótico que nos encontramos atualmente no beco-sem-saída que a violência nos deixou. Sentir vontade de mudar radicalmente a si mesmo, eliminar os agentes internos da violência, criar as virtudes da paz e trabalhar gratuita e intensivamente para ensinar esta didática de construção da paz aos demais. EVIRT: Que outros Movimentos, no seu entender, têm contribuído também neste objetivo? MAURÍCIO: Os movimentos de regeneração do ser humano, que concretamente possuam os três fatores de revolução da consciência, como o Movimento Gnóstico, por exemplo. EVIRT: Sua vida tem sido dedicada ao Magistério, o que lhe dá uma grande bagagem para falar de cadeira sobre a violência nas Escolas. Que perfil pode ser traçado sobre os jovens que têm feito da violência uma prática mais que natural ? MAURÍCIO: Através da entropia, vão buscando níveis cada vez mais baixo; falando socrasticamente, estão em franca degeneração humana, em decadência progressiva do nível de consciência. Há que se dizer que existem vários tipos de violência, que podem ser agrupados em evidente e sutil. Os crimes absurdos de morte, uso de drogas, pichação, depredação do patrimônio escolar, etc. constituem o tipo de violência evidente, não menos grave que a violência sutil das agreções verbais dos alunos aos professores e aos funcionários da escola, o desrespeito para com professores, diretores, funcionários e a indisciplina generalizada que é o próprio ego em ação no interior de uma sala da aula. EVIRT: Quando vemos um novo caso de violência como os dos jovens estudantes americanos, temos a impressão de estarmos diante de um replay. A seu ver, o que tem determinado estes repetitivos acontecimentos? MAURÍCIO: Há uma lei cósmica chamada entropia, muito conhecida para nós que estudamos física, de igualação de todas as coisas para baixo. E há a sua oponente chamada lei das oitavas ou do sacrifício de igualação de todas as coisas para cima. Infelizmente, é mais fácil ir para baixo do que para cima, porque é automático. Por exemplo, os alunos justificam a seus responsáveis que fazem bagunça na escola, revidam às agressões, desrespeitam ao Professor porque a maioria da classe faz isto também. É a lei da entropia agindo na energia psíquica destes alunos. É mais fácil para eles imitarem o mal. É muito difícil alguém dizer à sua mãe que está fazendo a lição, respeitando, etc. porque há na classe outros que fazem isto também. A mesma coisa acontece com os degenerados da criminalidade nas escolas, coadjuvados pelas informações da mídia que, ao divulgar um crime, revela a estes as técnicas e as estratégias para construção dos próximos crimes. EVIRT: As desigualdades sociais que poucos conseguem administrár não constituem um fator determinante, principalmente aos jovens?
- Postado por: Autismo, Piromania & Psicótico às 10h48
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Editorial sobre paz xD
"Haverá paz? Fernando Tanajura Menezes
Muito tem se falado e escrito em Paz nos dias atuais, enquanto vemos que não é nada disso. A realidade mesmo é a guerra com perdas, mortes, sangues, medos, inseguranças e todo o caos que se pode imaginar quando o assunto é briga, briga de verdade. O negócio vai além de Cabul, Talibã, bin Laden, Bush, Saddam, Blair. Tudo não é retilíneo e simples quanto se parece. Existe muita propaganda no meio de todas as notícias. Existem muitas questões mal resolvidas desde a I Grande Guerra e mais questões mal resolvidas da II Grande Guerra. O negócio não é simplesmente a guerra do Bem contra o Mal. O que é Bem para um povo (um lado) é Mal para o outro, e vice-versa. Em toda guerra existem jogos de interesses, não simplesmente religiosos ou ideológicos, mas, sobretudo materiais. Nenhuma guerra é santa, a não ser que se queira rotulá-la como tal. Falar em moral em uma guerra é demonstrar inocência. Toda guerra é imoral e amoral. Muitos bilhões de dólares, libras esterlinas e petro-dólares estão por trás de tudo. O petróleo árabe "tem" que fluir fácil e barato para manter as economias ocidentais, enquanto muitos árabes, donos da riqueza, morrem de fome, vivem sem teto, não têm o básico: casa, educação, saúde, alimentação, roupa, etc., por má gerência do seus governantes. Há, sim, a ganância, a hipocrisia, o egoísmo, a mentira e tantos males nas cabeças de governantes (líderes?) do lado de cá e do lado de lá. A corrupção dos países árabes ditos “moderados” faz a máquina corrupta da América Latina virar brinquedinho caseiro. O momento é complexo e atinge direta ou indiretamente a todo o mundo sem exceção. A discussão na mídia brasileira tem sido pouca e muitas vezes levada para o lado jocoso. Nos EUA o bate-boca tem sido acirrado, apesar de a censura estar comendo solta. A desinformação e a confusão têm sido gritantes, mas nem todas as vozes estão unânimes sobre tudo que está se fazendo. Protestos já estão sendo organizados aqui e ali, ou acontecendo na Europa, Ásia e países árabes e mulçumanos. Muitos editoriais e opiniões de revistas e jornais podem ser pinçados para reflexão, mas tudo depois volta ao básico: cobra comendo cobra. Deixemos de hipocrisias: desde do tempo dantes ou do tempo dantanho que sabemos que o Homem é o maior inimigo do Homem. Quem isso falou? Esopo? Os antigos gregos? Quem sabe?!... Alguém falou, escreveu, assinou embaixo e se fez autor de uma norma que existe desde que o Homem é Homem e pronto. Caim matou Abel - ou foi vice-versa? Nem sei se quem morreu foi quem viveu ou quem saiu com vida, viveu morto como um zumbi. A Bíblia fala, mas não explica. Também tem muita gente neste mundo de quase ou mais seis bilhões de viventes que nunca leu nem conhece a Bíblia. Não sei se o al Corão menciona tal fraticídio. Tampouco tenho conhecimento de que os judeus tenham isso nos seus livros sagrados ou apregoam o tal crime de inveja ou vingança. Para quem não acredita em nada disso e acha que o Homem é uma evolução do macaco, macacos me mordam, eles também já andavam com as suas briguinhas antes de se apoiarem em somente duas pernas. Paz, paz... fala-se muito de paz enquanto o objetivo é a guerra. O Cavalo de Tróia que o diga, se é que cavalo pode falar. Foi dado como presente, era um ato de paz, no entando, dentro dele estava a guerra, a destruição, a morte. O Homem é um animal social - outra afirmativa que também não sei quem assinou embaixo - neste texto não importa quem é o autor de tantas afirmativas e falações, assim como antigamente, hoje em dia fala-se muito. Ora, desde que é social, o Homem forma grupos com crenças, conhecimentos, afinidades e, sobretudo, interesses. O sobretudo é que é o mais importante. O que é interessante para um grupo agora, pode não veler nada amanhã - e, de novo, o vice-versa. O interesse material é que rege todas as brigas, fica aí subtendido a expansão territorial, o domínio do forte ao mais fraco, a fome do poder. Daí as coligações mais absurdas: quem era meu inimigo ontem, é o meu aliado hoje; meu amigo de hoje é meu inimigo de amanhã, desde que, com essas parcerias, eu seja o vencedor. Não quero me alongar nessa barafunda para não ficar mais aturdido para viver meu simples dia-a-dia. Com essas poucas considerações, acho que já me coloquei e vejo que o pior ainda nem começou. Seguremos as cabeças para mantermos a lucidez neste momento conturbado da História, fazendo uma pergunta de difícil resposta: haverá paz algum dia neste nosso planeta?"
- Postado por: Autismo, Piromania & Psicótico às 10h43
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esse é o cartaz sobre paz
- Postado por: Autismo e Piromania às 10h39
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charge sobre paz =3~
- Postado por: Autismo e Piromania às 10h33
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oi pessoas xD esse é o nosso blog criado por nós, André (que apenas apoio nosso trabalho ¬¬), Deborah (que ta escrevendo ^^) & Paola (que vai desenhar nossa charge). Nós criamos esse blog com o objetivo de fazer um texto sobre paz e solidariedade em redação u.u e ganhar uma boa nota. Então a gente vai postar tudo que a gnte tiver que escrever nas aulas de redação x.x esperamos que fique bom e que vocês gostem xD ... bjos
- Postado por: Autismo e Piromania às 11h05
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